Irão ser deixados aqui posteriormente mais;
Um homem que ainda anda encurvado com um chapéu que cobre seu rosto apenas histórias poucos registros alguns rascunhos de como poderia ser, aparece em visões periféricas e some quando prestam a atenção
Dizem que a aura que ele transparece é absurda, e a cada passo ele treme o chão, você sente mas não vê, esse é o maior medo de todos
Entre coroas que se erguem e caem, e deuses que se renovam sob a ordem de Crastium, a maldade espreita nos becos. Meretrizes e atores se confundem, plebeus e reis parecem iguais aos olhos divinos, todos são porcos do mesmo chiqueiro. Afinal, de que serve uma coroa se ainda se alimenta da lavagem do próprio espírito?
Os reinos irmãos, Fingraall e Fordhiall, nasceram de um mito antigo. Conta-se que os gêmeos Findro, o Justo, e Faindre, o Insano, foram abandonados para a morte, mas resgatados por um urso em sua caverna de hibernação. Da fera, cada um herdou uma marca: Findro, a estratégia e o cálculo da sobrevivência; Faindre, o instinto selvagem e a loucura.
Mais de sete séculos já se passaram, e muitas gerações moldaram esses reinos. Ainda hoje, as bandeiras trazem a marca da fera:
Fingraall, o reino do urso rugindo, símbolo da fúria e do vigor em batalha.
Fordhiall, o reino do urso calado, guardião do silêncio e da astúcia.
Terra de Krasnoryak – uma terra muito gelada, suas árvores correm de ceiva Glacial, seus animais grandes e peludos, armaduras de forro de pele bem quentes próximas as montanhas mantém relação Pacífica com dragões dos arredores.
Uma pequena cidade sem reino de pertencimento, mesmo sendo próxima de Fordhiall vive na tensão das antigas guerras, tem lá também a famosa igreja de Glath o rei gelado, criada em homenagem ao dia que ele trouxe o povo exilado para os cantos frios desse mundo
